*atualizada
Pouco mais de 24 horas depois de disparar cinco tiros à queima-roupa contra o vigilante Aloízio Valente, 42 anos, no interior de uma loja de autopeças, na Avenida Gomes de Matos, no Montese, o mecânico Rivelino Ferreira da Silva, 37 anos, apresentou-se no 25º DP (Vila União).
Acompanhado do advogado Marcelo Brandão, o atirador afirmou ao delegado Paulo André Maia Cavalcante que agiu em legítima defesa. O vigilante chegou a ser socorrido e levado ao Instituto Doutor José Frota (IJF-Centro), mas faleceu na manhã de ontem.
A afirmação do mecânico contraria com o que mostram as imagens filmadas pelo circuito interno da loja de autopeças. Na gravação, já em poder da Polícia, se observa uma discussão entre o vigilante e o mecânico. Em dado momento, Rivelino saca a arma e aponta para Aloízio, que corre para dentro da loja e salta o balcão de atendimento, mas cai. O mecânico aproveita sua queda para disparar cinco tiros.
Rivelino disse que atirou porque achou que o vigilante estivesse armado. Dois disparos atingiram a cabeça e outros dois o peito direito de Aloízio. O último tiro atingiu o braço esquerdo.
Depois do depoimento e por conta de ter livrado o flagrante e se apresentado espontaneamente, Rivelino foi liberado e deixou a delegacia sem dar declarações à Imprensa. O delegado afirmou que vai pedir a prisão preventiva do mecânico. inspetores encontraram na residência do acusado, no Pici, balas de revólver e fuzil.
fonte: Diario do Nordeste (21/06/08)
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=548282
fonte: Site Plantao de Policia (19/06/08)
http://www.plantaodepolicia.net/detalhes2.php?codigo=3503

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